segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Grandes Passivos Ambientais e pequenas formas de Compensação

Caros Amigos,

o passivo ambiental representa uma espécie de equivalente contábil do passivo (quantidade de dívidas ou despesas) para fins de impactos ambientais. Em outros termos, representa a quantidade de problemas gerados ao meio ambiente pelo empreendimento, assim como também o quantitatiivo de multas já recebidas em decorrência destes problemas. É um problema comum no empresariado ainda não atento às exigências da sustentabilidade e do "lucro verde". Trata-se não somente de incoveniente causado a mega empresas, mas a qualquer empreendimento causador de degradação ambiental (para usar expressão típica do direito ambiental). Na realidade local (Pernambuco) um dos exemplos de significativos passivos ambientais está no complexo de Suape, uma das grandes fontes de desenvolvimento economico do estado, porém uma fonte também de sérios problemas ambientais.

Como o valor sustentabilidade, corroborado pelo Direito Ambiental, não tem como propósito atrapalhar o crescimento economico, há diversas formas de compensar os impactos ambientais, seja investindo em novas tecnologias e técnicas limpas, em fontes alternativas de energia, ou sob a forma de compensação ambiental, como numa espécie de "troca" onde os empreendimentos com alto grau de impactos ambientais investem em projetos de sustentabilidade, tais como reflorestamento, educação ambiental e outros. É a mesma lógica do mercado de crédito de carbono, que inclusive já dá sinais de que já podem ser negociados mesmo quando a situação envolve agricultura de pequeno porte. Talvez mais do que os grandes agricultores, os menores podem negociar investimentos em compensação ambiental com maior liberdade e mais rápido retorno. Para isto, basta informação, critérios legais, boa vontade e crença...só...

Vejam a matéria no link abaixo e divirtam-se:

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